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segunda-feira, 20 de junho de 2016

Pedra alienígena desconhecida é encontrada na Suécia

De: "HypeScience" <noreply+feedproxy@google.com>

Pedra alienígena desconhecida é encontrada na Suécia

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Pedra alienígena desconhecida é encontrada na Suécia
Posted: 19 Jun 2016 10:00 AM PDT
Estranha pedra encontrada na Suécia caiu 470 milhões de anos atrás e é um dos poucos resquícios de um "meteorito extinto"

Netflix estudou quão rápido nós assistimos nossas séries
Posted: 19 Jun 2016 09:00 AM PDT
Todo mundo faz maratonas com as séries da Netflix. Agora, o serviço de streaming descobriu quanto tempo nós levamos para isso - e não é muito

Usuário do Twitter compartilha dica genial para resfriar o notebook; confira
Posted: 19 Jun 2016 08:00 AM PDT
Usuário do Twitter do Japão compartilhou dica para resfriar computadores com moedas de cobre, e pessoas do mundo todo enviaram fotos testando a técnica em casa

Por que ainda temos medo de ver homens se beijando?
Posted: 19 Jun 2016 07:00 AM PDT
Por que a vida pessoal de algumas pessoas ainda causa tanto desconforto para a maioria ?

Esta pode ser a borboleta mais inteligente – ou mais maligna – da Amazônia
Posted: 19 Jun 2016 06:00 AM PDT
Borboletas são seres adoráveis, correto? Nem sempre. Veja o que esta espécie faz com formigas na Amazônia

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de: Francis fforbes@uol.com.br
data: 20 de junho de 2016 18:16
PEDÓFILO DO PT TAMBÉM É PRESO POLÍTICO//@brasilianas
Senadora Fátima Bezerra, por que não ouvimos ainda sua opinião sobre Eduardo Gaievski, o Pedófilo da Casa Civil, o protegido da sua colega Gleisi Hoffmann. 
O PT PROTEGE SEUS BANDIDOS, SEJAM CORRUPTOS ATIVOS, PASSIVOS, PEDÓFILOS...
André Vargas, o amigo quase íntimo do doleiro Youssef continua no PT, protegido pelo Planalto;  o Bando de Lula, que esteve na Papuda e agora curte o relaxamento domiciliar, com a proteção de ministros petistas no Supremo, continuam no PT. Foram alçados à condição de “Heróis” do partido... E  por que não o Pedófilo de Estimação da Casa Civil, Eduardo Gaievski, que continua filiado ao PT, não teria as benesses do Partido do Poder.
Quem tem madrinhas fortes não morre pagão



Este rapaz, que foi a alegria, a festa da Casa Civil, onde cuidava de
programas tão caros à Madame Roussef, como creches, infância e
juventude, além do combate ao crack e Mais Médicos, já condenado
por dois dos 16 estupros de crianças poderá ser transferido para um 
presídio de segurança mínima, na fronteira da Argentina. AQUI eAQUI
Perto do paraíso – Condenado a 101 anos de prisão por dois dos muitos estupros cometidos contra menores, o pedófilo Eduardo Gaievski, ex-assessor especial de Gleisi Hoffmann na Casa Civil, recebeu um privilégio raro. Será transferido para a Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) de Barracão, um presídio de segurança mínima onde os presos são encarcerados em celas confortáveis, equivalentes às instalações de um hotel de duas estrelas, e podem participar de uma série de atividades, como aulas de violão, pintura, música, técnicas vocais, aulas História, Matemática, entre várias outras atividades. A segurança do presídio, como mencionado, é mínima.
É incomum que um preso que acaba de ser condenado por crimes hediondos (a última condenação de Gaievski foi em 6 de novembro), e ainda está para ser julgado por mais duas dezenas de crimes igualmente sérios, que podem render até 350 anos de prisão, seja transferido para um regime tão brando quanto o da Apac de Barracão.
Em março deste ano, a senadora Gleisi Hoffmann (PT), que levou Gaievski para assessorá-la em Brasília, quando ocupava a chefia da Casa Civil, esteve na Apac de Barracão, onde afirmou ter gostado muito do projeto e derramou-se em elogios ao sistema. Barracão é uma unidade sem qualquer segurança e que sequer conta com agentes penitenciários.
Gaievski, que por dois mandatos consecutivos foi prefeito de Realeza pelo PT, é acusado de pelo menos quarenta crimes sexuais. Entre eles, estupros, estupros de vulnerável (menores de 14 anos), favorecimento à prostituição, uso de cargo público para obter sexo, uso de veículo público para práticas sexuais. O Monstro da Casa Civil foi condenado por dois desses crimes, o primeiro a dezoito anos e um mês, em setembro, e o segundo, dez anos e seis meses.
Apesar de na época de sua indicação já possuir um alentado prontuário de crimes sexuais contra menores, Gaievski foi levado, em 2013, por Gleisi Hoffmann para Brasília onde passou a comandar as políticas do governo federal para crianças e adolescentes. Estavam sob sua tutela assuntos como políticas de combate ao crack, construção de creches e assistência a menores abandonados.
Em agosto de 2013, o pedófilo teve sua prisão decretada e acabou detido depois de fugir por pouco mais de uma semana, quando tentava atravessar a fronteira em direção ao Paraguai. Barracão, município paranaense que abriga a Apac e onde Gaievski ficará preso, fica na fronteira do Brasil com a Argentina. Para quem já tentou escapar das garras da Justiça, o novo endereço é no mínimo um convite à fuga.
CHARGES ESPETACULARES

Elida Séguin
D.Sc. Direito Público
Defensora Pública do RJ
(021) 99 20 88 05
COUTINHO - DEIXOU o BNDES TECNICAMENTE FALIDO.
Coutinho deixou o BNDES tecnicamente falido, com uma dívida de R$ 518 bilhões


















Num país sério, Coutinho sairia algemado do prédio do BNDES
Carlos Newton
O economista Luciano Coutinho pensa que ficará na história do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) como o presidente que mais tempo permaneceu no cargo, mas somente será lembrado por deixar a instituição financeira tecnicamente falida, acumulando uma dívida que já atinge a inimaginável marca dos R$ 518 bilhões, que hipoteticamente teria de devolver ao Tesouro Nacional. O passivo é impressionante, mas Coutinho imitou a equipe econômica dos governos petistas, criou uma maquiagem contábil, apresentou falso lucro e até distribuiu participação aos funcionários.
Outro legado da era Coutinho é a desmoralização da imagem do BNDES, que em sua gestão foi transformado num braço político do governo do PT, ao invés de permanecer como um instituição do Estado, conforme preconizava o economista Carlos Lessa, primeiro presidente do BNDES no governo Lula da Silva e responsável por uma gestão revolucionária, que colocou o país no rumo do desenvolvimento.
CAMPEÕES NACIONAIS
Foi também na administração de Luciano Coutinho que o BNDES implantou a estratégia de proteção aos “campeões nacionais”, liberando bilionários financiamentos a empresas escolhidas para competir no mercado internacional. Não deu certo e essa política teve de ser revogada ainda na gestão de Coutinho.
Outro equívoco foi transformar o banco em hospital de empresas mal geridas, entre as quais a Sadia e a Aracruz, com o BNDES não somente liberando financiamentos indevidos, mas também adquirindo participações acionárias, vejam a que ponto chegou a irresponsabilidade na gestão dos recursos públicos.
Foi nessa sucessão de erros que o antigo  banco de fomento virou um instrumento político do modelo econômico dos governos dos presidentes Lula da Silva e Dilma Rousseff, que se caracterizaram pela desmedida pela expansão de gastos e pelo aumento artificial e forçado do consumo de bens e serviços.
DINHEIRO DO TRABALHADOR
O mais inaceitável é que o BNDES passasse a fazer péssimo uso do patrimônio dos trabalhadores brasileiros, pois recebe e usa quase 80% dos recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador). Os financiamentos do banco com recursos do FAT deviam ser dirigidos a projetos de desenvolvimento que aumentassem o mercado de trabalho interno, mas na gestão de Coutinho o BNDES preferir abrir empregos no exterior, como instrumento da política de Lula como caixeiro-viajante das empreiteiras, especialmente a Odebrecht, que leva 70% do butim. Confiram a lista
Porto de Mariel – Cuba – US$ 682 milhões – Odebrecht;  Hidrelétrica Manduriacu – Equador – US$ 124.8 milhões – Odebrecht; 3 – Hidrelétrica San Francisco – Equador – US$ 243 milhões – Odebrecht; Hidrelétrica de Chagilla – Peru – US$ 320 milhões – Odebrecht; Metrô da Cidade do Panamá – Panamá – US$ 1 bilhão – Odebrecht; Autopísta Madden-Colón – Panamá- US$ 152,8 milhões – Odebrecht; Aqueduto de Chaco – Argentina – US$ 180 milhões – OAS; Ferrocarril Sarmiento – Argentina – US$ 1,5 bilhões – Odebrecht; Metrô de Caracas – Venezuela – US$ 732 milhões – Odebrecht; Ponte sobre Rio Orinoco – Venezuela – US$ 300 milhões – Odebrecht; Barragem Moamba – Moçambique – US$ 350 milhões – A. Gutierrez; Aeroporto de Nacala – Moçambique – US$ 125 milhões – Odebrecht; BRT de Maputo – Moçambique – US$ 180 milhões – Odebrecht; Hidrelétrica de Tumarin – Nicarágua – US$ 343 milhões – Q. Galvão; Projeto El Chorro – Bolívia – US$ 199 milhões – Queiroz Galvão.
MENTINDO NA CPI
Como presidente do BNDES, Luciano Coutinho esteve depondo diversas vezes em CPIs do Congresso Nacional. Em todas essas oportunidades, o economista mentiu com a maior desfaçatez. Sempre que era questionado sobre essas operações que abriam empregos no exterior, dizia que não podia responder, devido a um impedimento da Lei do Sigilo Bancário.
É inacreditável, mas nenhum parlamentar se deu a trabalho de conferir a Lei Complementar 105, de 10 de Janeiro de 2001, que determina exatamente o contrário:
Art. 4º – O Banco Central do Brasil e a Comissão de Valores Mobiliários, nas áreas de suas atribuições, e as instituições financeiras fornecerão ao Poder Legislativo Federal as informações e os documentos sigilosos que, fundamentadamente, se fizerem necessários ao exercício de suas respectivas competências constitucionais e legais.
1º – As comissões parlamentares de inquérito, no exercício de sua competência constitucional e legal de ampla investigação, obterão as informações e documentos sigilosos de que necessitarem, diretamente das instituições financeiras, ou por intermédio do Banco Central do Brasil ou da Comissão de Valores Mobiliários.
Como se vê, a alegação de sigilo bancário, feita repetidas vezes por Luciano Coutinho, é ardilosa, enganosa e mentirosa. Ele deveria encaminhar as informações, na forma da lei. Bastava que o plenário da CPI aprovasse o pedido de informações.
DILMA TAMBÉM MENTIU
A presidente Dilma Rousseff também mentiu, na campanha eleitoral de 2014, ao afirmar que a garantia da obra do Porto de Mariel, em Cuba, havia sido dada pela Odebrecht.
Na verdade, a garantia foi oferecida pelo Tesouro Nacional brasileiro. Quer dizer, se o governo de Cuba, que está tecnicamente falido, não pagar, o prejuízo ficará por conta da viúva, como se dizia antigamente.
Se estivéssemos num país minimamente sério, um criminoso como Luciano Coutinho já teria sido algemado diante das câmeras de TV. Da mesma forma, a presidente Dilma Rousseff há muito já teria sido afastada do poder, retirada da vida pública e encaminhada à privada, como dizia um genial brasileiro chamado Aparicio Torelly, nosso querido vizinho aqui no bairro das Laranjeiras.
 

A Monsanto já era?!

Importante principalmente por causa das pessoas na conversa.
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Ricken Patel - Avaaz Cancelar inscrição
16:16 (Há 4 horas)

Queridos amigos da Avaaz,
Minha cabeça está dando voltas com esse assunto. Em questão meses, a Europa pode vir a proibir o herbicida que está na base do modelo de negócios da Monsanto!
O glifosato mata *tudo*, exceto as lavouras geneticamente modificadas da Monsanto. Seu uso está transformando nosso planeta em um grande deserto, onde nada além de culturas geneticamente manipuladas consegue sobreviver. Chega a ser apocalíptico.
O pior ainda é que a substância, cuja utilização tem aumentado, foi encontrada em 90% de nossos organismos e uma nova pesquisa afirma que ela provavelmente causa câncer!
Na semana passada, vencemos uma batalha importante para bloquear a renovação da licença de uso do glifosato na Europa. Embora todo mundo tenha dito que uma vitória como essa era impossível, conseguimos virar o jogo! Segundo Pavel Poc, líder político da União Europeia, "a Avaaz é, sem sombra de dúvidas, a força condutora da luta contra a utilização do glifosato".
Em questão de meses, a União Europeia vai decidir sobre a proibição do produto. A hora chegou: se 40 mil pessoas contribuírem nas próximas 24 horas, poderemos elaborar um plano para financiar pesquisas independentes, manter a pressão sobre os líderes e conseguir uma vitória na Europa que vai impulsionar o resto do mundo. Ao fazer uma doação no valor de um café ou uma refeição, essa campanha pode se tornar uma realidade:
SIM, DOAREI R$7
SIM, DOAREI R$14
SIM, DOAREI R$28
SIM, DOAREI R$56
SIM, DOAREI R$112

Para doar um valor diferente, clique aqui.
Há um ano em andamento, a nossa campanha está sendo elogiada pela imprensa por ter "surpreendido" a Monsanto, que achava que a renovação da licença do glifosato estava garantida. Agora, entretanto, a multinacional vai partir para cima com todas as armas. Para encará-la de frente nos próximos meses, será preciso:
  • Financiar pesquisas independentes, que são altamente necessárias para fazer o contraponto com os estudos financiados pela indústria.
  • Aumentar a pressão sobre os principais países e políticos para que mantenham-se firmes contra o glifosato.
  • Articular alternativas sustentáveis e limpas para herbicidas como o glifosato, o que é crucial para convencer fazendeiros e políticos.
  • Organizar mobilizações rapidamente a cada comissão, cada reunião do conselho, cada processo burocrático nos bastidores onde a União Europeia tente sair sem tomar uma decisão clara (uma dessas ocasiões acontece já na próxima semana!)
  • Começar a tornar essa luta mundial: os Estados Unidos, o Canadá, o Brasil e uma série de outros países podem vir a decidir em breve se o glifosato também será proibido.

Quando afirmamos que a Cúpula do Clima de Paris poderia mudar o mundo, algumas pessoas nos chamaram de loucos. Mas tivemos o atrevimento de cultivar a esperança, investimos nosso tempo e dinheiro e vencemos. Depois, nos disseram que estávamos loucos quando afirmamos que poderíamos *acabar* com o modelo de agricultura química da Monsanto. O que vai acontecer na sequência depende de todos nós:
SIM, DOAREI R$7
SIM, DOAREI R$14
SIM, DOAREI R$28
SIM, DOAREI R$56
SIM, DOAREI R$112

Para doar um valor diferente, clique aqui.
A agricultura desertificadora da Monsanto tem causado uma destruição irreparável no frágil e interdependente ecossistema de nosso planeta. Segundo cientistas, é provável que estejamos à beira de um ponto de inflexão em termos de biodiversidade. Cada vez mais, os ecossistemas estão entrando em colapso, causando uma reação em cadeia que pode sair do nosso controle. Tal como no caso das mudanças climáticas, nós nos tornamos tão poderosos e permanecemos tão imprudentes que continuamos a ameaçar a sobrevivência do planeta que nos sustenta.
Vamos ser mais sábios. Estamos na linha de frente da resposta popular a esta atrocidade contra a natureza e o nosso futuro. Cada vitória da Avaaz é fruto de milhões de decisões individuais de pessoas que escolhem a confiança, a esperança e a ação. Vamos fazer essa escolha juntos agora.
Um abraço cheio de esperança e determinação,
Ricken e toda a equipe da Avaaz
PS: Nos próximos 18 meses, as opiniões de cientistas, médicos e agricultores serão cruciais. Se você é oncologista ou cientista atuando em qualquer área relevante para o licenciamento do glifosato, ou ainda um agricultor com experiência de uso deste herbicida ou de métodos sustentáveis alternativos, por favor, clique aqui para informar à equipe da Avaaz.
Fontes:
Recall de Roundup da Monsanto é possível depois que União Europeia recusa aceitar uso limitado de glifosato (The Guardian) (em inglês)
http://www.theguardian.com/environment/2016/jun/06/recall-of-monsantos-roundup-likely-as-eu-refuses-limited-use-of-glyphosate
Glifosato – golaço contra a Monsanto!
https://secure.avaaz.org/po/nothing_we_cant_do/
O que realmente sabemos sobre o herbicida Roundup? (National Geographic) (em inglês)
http://news.nationalgeographic.com/2015/04/150422-glyphosate-roundup-herbicide-weeds/
Bill Nye fala sobre glifosato: ‘Dizimamos acidentalmente a população de borboleta-monarca’ (EcoWatch) (em inglês)
http://ecowatch.com/2015/07/22/bill-nye-glyphosate/
A ascensão de poderosos herbicidas – e o que fazer quanto a isso (Union of Concerned Scientists) (em inglês)
http://www.ucsusa.org/sites/default/files/legacy/assets/documents/food_and_agriculture/rise-of-superweeds.pdf
A Avaaz é uma rede de campanhas global de 44 milhões de pessoas que se mobiliza para garantir que os valores e visões da sociedade civil global influenciem questões políticas nacionais e internacionais. ("Avaaz" significa "voz" e "canção" em várias línguas). Membros da Avaaz vivem em todos os países do planeta e a nossa equipe está espalhada em 18 países de 6 continentes, operando em 17 línguas. Saiba mais sobre as nossas campanhas aqui, nos siga no Facebook ou Twitter.
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